Casos ClínicosGastroenterologiaPediatria Geral

Constipação funcional: uma entidade clínica negligenciada

Compartilhe conhecimento!
  • 121
    Shares

Saiba como avaliar e reconhecer os casos de constipação funcional e quais os tratamentos mais adequados.

 

A constipação intestinal é uma queixa frequente nos consultórios de pediatria – e até mesmo nos prontos-socorros. Publicamos a seguir uma excelente revisão sobre o assunto, escrita pela dra. Giselle Braga. O artigo aborda de forma objetiva o diagnóstico e tratamento dessa situação.  E, para uma boa ilustração, iniciamos com um relato de caso, com certeza semelhante ao que muitos vivenciam no consultório.

 

Caso clínico: 11 anos, masculino

Paciente vai à consulta de rotina pela primeira vez naquele consultório. Entra cabisbaixo, fala pouco e não responde às perguntas da anamnese. Os pais dizem que está bem e não tem queixas clínicas. Referem que o paciente não aceita todos os alimentos oferecidos, recusando hortaliças, legumes e a maioria das frutas. Prefere alimentos fritos e guloseimas. Ao serem questionados sobre o hábito intestinal, os pais respondem apenas que não é muito bom. Ao descrever a situação, dizem que já chegou a ficar 15 dias sem evacuar e que quando “fica assim”, vai ao pronto socorro para realização de clister glicerinado. Dizem que, no momento, “está melhor”, evacuando algumas vezes na semana e que “deixa as fezes saírem na roupa” quase todos os dias. Na verdade, o hábito intestinal deixou de ser diário desde o início da alimentação complementar, aos 6 meses de vida, com piora após os 4 anos de idade. O escape fecal já ocorre há quase 1 ano. Contam que têm vergonha de falar sobre isso ao pediatra e que apenas uma vez disseram, mas que não havia sido iniciado tratamento ou encaminhado para gastroenterologista. O exame abdominal evidencia um fecaloma de grande monta.

 

Em estudos, a prevalência da constipação funcional varia de 0,7 a 29,6%. Um estudo de coorte no Brasil revelou uma prevalência de constipação de 27% na idade de 24 meses.

Casos como este não são incomuns. Pacientes gravemente constipados frequentemente têm uma postura introvertida e a queixa é muitas vezes negligenciada, tanto pelos pais como eventualmente por médicos. A cronicidade da queixa agrava os sintomas não tratados (ou inadequadamente tratados) e repercute na qualidade de vida do paciente, causando sérios transtornos como:

  • dor abdominal,
  • queixas urinárias,
  • receio de frequentar a escola pela incontinência fecal,
  • bullying pelo mau cheiro devido à incontinência,
  • culpabilização pelos pais, que acreditam que o escape fecal é por negligência do paciente ao reflexo de defecação e não secundário à retenção de massa fecal.

Um estudo brasileiro sobre o conhecimento do pediatra acerca do manejo da constipação intestinal funcional, publicado em 2016, evidenciou uma discordância entre o manejo sugerido pelos pediatras e a conduta preconizada pela literatura disponível atualmente. Frente a um caso clínico de constipação funcional, foi sugerida a prescrição de lactulose por 26.6% dos pediatras questionados, óleo mineral por 17.5%, leite de magnésia por 5.4% e polietilenoglicol por apenas 14.5% dos médicos consultados.

O diagnóstico precoce e o adequado tratamento evitam que os pacientes permaneçam tanto tempo sintomáticos e com progressivo comprometimento da qualidade de vida.

 

Diagnóstico da CONSTIPAÇÃO FUNCIONAL

O diagnóstico de constipação funcional é baseado na história e no exame físico.

Em 1994, gastroenterologistas de todo o mundo se reuniram em Roma para definir um sistema de critérios diagnósticos para doenças gastrointestinais funcionais. Em 1999, os chamados ‘”critérios de Roma” foram revistos, com a inclusão de dados para doenças gastrointestinais funcionais em crianças. De acordo com a mais recente revisão, de maio de 2016 (Roma IV), os critérios para diagnóstico de constipação funcional são:

 

Tabela 1 : Critérios diagnósticos para constipação funcional (Roma IV)

Critérios diagnósticos para constipação funcional até 4 anos de idade; deve incluir 1 mês de pelo menos 2 dos sintomas seguintes: Critérios diagnósticos para constipação funcional maiores de 4 anos de idade; deve incluir 2 ou mais dos sintomas seguintes, pelo menos 1x/semana, por pelo menos 1 mês, com critérios insuficientes para o diagnóstico de síndrome do intestino irritável:
2 ou menos evacuações por semana 2 ou menos evacuações por semana
História de retenção fecal excessiva Pelo menos 1 episódio de incontinência fecal por semana
História de evacuação dolorosa ou difícil História de postura retentiva ou excessiva retenção fecal voluntária
História de fezes de grande diâmetro História de evacuação dolorosa ou difícil
Presença de grande massa fecal em reto Presença de grande massa fecal no reto
Em crianças que tenham completado o treinamento de esfincter, os critérios adicionais podem ser usados: História de fezes de grande diâmetro, que podem obstruir o vaso sanitário
Pelo menos 1 episódio/semana de incontinência após a aquisição do controle esfincteriano
História de fezes de grande diâmetro que podem obstruir o vaso sanitário

 

Vale lembrar que lactentes em aleitamento materno exclusivo podem passar até 10 dias sem evacuar e, a seguir, eliminar fezes normais para a idade. Este fato caracteriza o quadro de pseudoconstipacão intestinal, que não é uma condição patológica e , sendo assim, não necessita de tratamento.

Observando estes critérios, vale a pena ressaltar que o relato, do paciente ou da família, de evacuações diárias não descarta o diagnóstico de constipação funcional. No estudo de coorte brasileiro sobre constipação de 2012, em crianças de até 4 anos, os sintomas mais comuns foram: fezes em cíbalos (41 a 47,7% dependendo da idade), dificuldade para evacuar (23,1 a 24,3%) e fezes endurecidas (17,8 a 34%). O estudo conclui que a ocorrência de constipação não pode ser detectada apenas usando a informação do intervalo entre as evacuações.

 

Avaliação do paciente constipado

O foco da anamnese deve ser: identificar outras desordens que possam se apresentar com dificuldade para evacuar, como por exemplo:

  • doença celíaca,
  • fibrose cística,
  • diabetes,
  • hipotireoidismo,
  • doença de Hirschsprung,
  • malformação anal,
  • anomalias da coluna vertebral,
  • neuropatia e miopatias.

As informações mais relevantes que devem ser pesquisadas na anamnese são:

  • idade de início dos sintomas,
  • sucesso ou falha do treinamento esfincteriano,
  • frequência e consistência das fezes,
  • dor ou sangramento ao evacuar,
  • dor abdominal,
  • incontinência fecal,
  • comportamento retentivo,
  • histórico alimentar,
  • mudanças no apetite,
  • náusea/vômitos,
  • perda de peso e
  • história familiar de doenças gastrointestinais.

criança no troninhoO exame físico deve focar nos parâmetros de crescimento, exame abdominal (tônus muscular, distensão, presença de massa fecal), inspeção anal (posição anal, pregas anais, fissuras, presença de fezes), e exame da região lombosacra (fóvea coccígea, tufo de pêlos, agenesia sacral, nádegas planas).

A típica história da criança com constipação funcional é de um paciente que teve eliminação normal de mecônio, teve início do quadro entre algumas semanas a meses de vida (não ao nascimento) e ocorrência de fatores precipitantes coincidindo com o começo do quadro (fissura, mudança na dieta, época de treinamento de esfincter, infecção, mudança de casa, início da frequência à creche ou escola, viagem, mudança importante na família); além disso, o paciente usualmente se apresenta com bom estado geral, peso, altura e crescimento nos limites normais, aspecto normal do ânus e região perianal, abdome flácido (podendo conter massa fecal palpável), aspecto normal da região lombossacra e glúteos e tônus muscular normal.

Os sinais de alarme para suspeita de um doença de base e não de constipação funcional são: início precoce (antes de 1 mês de vida, eliminação de mecônio após 48 horas de vida), história familiar de doença de Hirschsprung, sangue nas fezes na ausência de fissura anal, baixo ganho de peso, febre, vômito bilioso, glândula tireóide anormal, distensão abdominal importante, fístula perianal, posição anormal do ânus, ausência do reflexo anal ou cremastérico, diminuição de força em membros inferiores e tufo de pêlos sobre a coluna.

 

Exames

O toque retal é recomendado quando: o paciente satisfaz apenas 1 critério de Roma IV (ver Tabela 1 acima) e o diagnóstico de constipação funcional é incerto; quando há sinais ou sintomas de alarme; ou em pacientes com constipação intratável. O toque retal seguido de evacuação explosiva é sugestivo de doença de Hirschsprung. O toque retal em pacientes com constipação funcional revela repleção fecal.

A radiografia simples de abdome não deve ser empregada de rotina para o diagnóstico de constipação funcional. Porém, pode ser útil em casos de suspeita de impactação fecal, em que o exame físico abdominal não é confiável ou não é possível.

Apesar de existirem diferentes métodos e scores para avaliação retal de pacientes constipados, não se recomenda o uso do ultrassom retal para a rotina no diagnóstico de constipação funcional.

De acordo com as atuais evidências, não é recomendado o uso rotineiro de testes de alergia para diagnóstico de alergia ao leite de vaca em pacientes constipados. Em casos intratáveis, pode ser feito um teste de exclusão da proteína do leite de vaca por 2 a 4 semanas. A boa resposta clínica à exclusão do possível alérgeno e retorno dos sintomas após a reintrodução do mesmo são o padrão-ouro para diagnóstico de alergia alimentar.

Casos de constipação intratável têm indicação de realizar manometria anorretal para avaliar a presença do reflexo anal inibitório. Na ausência desse reflexo, está indicada a biópsia retal, que é o padrão-ouro para diagnóstico de doença de Hirschsprung.

O enema opaco não deve ser usado como ferramenta diagnóstica inicial na avaliação de pacientes constipados, mas é útil para avaliar a extensão do segmento agangliônico na doença de Hirschsprung.

 

Tratamento

Orientações gerais

Os estudos sobre constipação mostram que, quanto menor o tempo de persistência dos sintomas, maior a probabilidade de sucesso do tratamento. Daí a necessidade do diagnóstico precoce para instituição do tratamento.

É necessário garantir a ingestão de fibra e água na quantidade adequada. É recomendável a prática de atividade física normal para idade.

Estudos de diferentes cepas de probióticos, isoladamente ou associados a laxativos, mostram que não há evidências para indicar o uso desses microrganismos no tratamento da constipação funcional.

É recomendável desmistificar, explicar e fornecer orientação que sirva de guia para o treino de toilete.

 

Desimpactação

O esvaziamento do fecaloma por meio de desimpactacão fecal deve ser feito quando é identificada presença de massa na palpação abdominal, no toque retal ou na radiografia simples de abdome. É necessário salientar que a desimpactação antes da terapia de manutenção é recomendada para aumentar o sucesso do tratamento e reduzir o risco de incontinência fecal. Uma vez feita, o foco do tratamento deve ser a prevenção da recorrência, com o uso de medicações de manutenção.

No estudo brasileiro sobre o conhecimento do pediatra acerca do manejo da constipação intestinal funcional, publicado em 2016, revelou-se que, frente a um caso clínico de constipação funcional com retenção fecal, apenas 17,2% dos pediatras considerou a desimpactação.

A desimpactação pode ser feita, com igual eficácia, com polietilenoglicol (PEG), com ou sem eletrólitos, em alta dose via oral, ou com enema. A primeira opção para desimpactação é o PEG na dose 1 a 1,5g/kg/dia, por 3 a 6 dias. Na impossibilidade do uso de PEG, pode ser feito um enema ao dia, por 3 a 6 dias. Abaixo, as doses dos laxativos retais usados para enema na desimpactação.

 

Tabela 2- Doses dos laxativos retais

Bisacodil 2–10 anos: 5 mg 1x/dia; >10 anos: 5–10 mg 1x/dia
Docusato sódico <6 anos: 60 mL; >6 anos: 120 mL
Fosfato sódico 1–18 anos: 2,5 mL/kg, max 133 mL/dose
NaCl Neonato <1 kg: 5 mL; >1 kg: 10 mL; >1 ano: 6 mL/kg 1-2x/dia; >1 anos: 6 mL/kg 1-2x/dia
Óleo mineral 2–11 anos: 30–60 mL 1x/dia; >11 anos: 60–150 mL 1x/dia

 

 

Manutenção

O PEG é a primeira linha para o tratamento de manutenção. Ele é mais efetivo que a lactulose, o leite de magnésia, óleo mineral ou placebo. A dose de manutenção do PEG deve ser de 0,2 a 0,8 g/kg/dia, usada por pelo menos 2 meses.

A lactulona é segura em todas as idades e por isso deve ser a segunda opção de tratamento (na impossibilidade do uso do PEG). A dose deve ser de 1 a 2g/kg/dia, dividida em 1 ou 2 doses. Novas medicações para constipação (lubiprostrone, linaclotide e prucalopride) já possuem eficácia comprovada em adultos, mas ainda não há evidências para indicar seu uso em crianças.

 

Tabela 3 – Doses dos laxativos orais

Laxativos osmóticos Dose
Lactulose 1–2 g/kg, 1 a 2x/dia
PEG 3350/4000 Desimpactação fecal: 1-1,5 g/kg/dia por até 6 dias
Manutenção: 0,2 – 0,8g /kg/dia
Leite de magnésia 2–5 anos: 0,4–1,2 g/dia, 1 -2x/dia; 6–11 anos: 1,2–2,4 g/dia, 1-2x/dia; 12–18 anos: 2,4–4,8 g/dia, 1-2x/dia
Emolientes fecais
Óleo mineral 1–18 anos: 1–3 mL/g/dia, 1-2x/dia, máx 90 mL/dia
Laxativos estimulantes
Bisacodil 3–10 anos: 5 mg/dia; >10 anos: 5–10 mg/dia
Senna 2–6 anos: 2,5–5 mg 1-2x/dia; 6–12 anos: 7,5–10 mg/dia; >12 anos: 15–20 mg /dia
Picossulfato de sódio 1 mês–4 anos: 2,5–10 mg 1x/dia; 4–18 anos: 2,5–20 mg 1x/dia

 

A descontinuação do tratamento de manutenção pode ser iniciada após pelo menos 1 mês de resolução completa de todos os sintomas relacionados à constipação. As doses devem ser diminuídas gradualmente. Não se deve interromper o tratamento em crianças que ainda estão em processo de desfralde, até que se complete a fase de treino de toalete.

 

Prognóstico

Cerca de 80% das crianças adequadamente tratadas com menos de 3 meses de sintomas já não usavam mais laxativos após 6 meses, comparados a 32% das crianças que tinham mais de 3 meses de sintomas. Metade das crianças com constipação podem ter ao menos 1 episódio de recaída em um período de 5 anos.

Esses dados mostram a importância do diagnóstico precoce e do seguimento clínico adequado, reforçando as orientações do tratamento de manutenção.

 

Pontos – chave

  • O diagnóstico da constipação funcional é baseado na história clínica e no exame físico. Recomenda-se o uso dos critérios de Roma IV para definição de constipação funcional
  • O tratamento de iniciar pela desimpactação sempre que houver sinais de retenção fecal ao exame abdominal, toque retal ou radiografia de abdome
  • A desimpactação pode ser feita com PEG em altas doses ou com enema
  •  A primeira linha do tratamento de manutenção é o PEG.
  • O paciente deve ser adequadamente seguido para reforçar as orientações do tratamento de manutenção e diminuir o risco de recaída.

 

 

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  1. Tabbers MM, DiLorenzo C, Berger MY, Faure C, Langendam MW, Nurko S, Staiano A, Vandenplas Y, Benninga MA; European Society for Pediatric Gastroenterology, Hepatology, and Nutrition; North American Society for Pediatric Gastroenterology.Evaluation and treatment of functional constipation in infants and children: evidence-based recommendations from ESPGHAN and NASPGHAN. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2014 Feb;58(2):258-74.
  2. Mota DM, Barros AJ, Santos I, et al. Characteristics of intestinal habits in children younger than 4 years: detecting constipation. J Pediatr Gastroenterol Nutr 2012;55:451–456.
  3. van den Berg, M.M. et al. Functional Constipation in Infants: A Follow-Up Study. The Journal of Pediatrics , Volume 147 , Issue 5 , 700 – 704
  4. Childhood Functional Gastrointestinal Disorders: Neonate/Toddler. Benninga MA, Faure C, Hyman PE, St James Roberts I, Schechter NL, Nurko S. Gastroenterology. 2016 Feb 15
  5. Berger MY1, Tabbers MM, Kurver MJ, Boluyt N, Benninga MA. Value of abdominal radiography, colonic transit time, and rectal ultrasound scanning in the diagnosis of idiopathic constipation in children: a systematic review. J Pediatr. 2012 Jul;161(1):44-50.e1-2.
  6. Gordon M1, MacDonald JK, Parker CE, Akobeng AK, Thomas AG.Osmotic and stimulant laxatives for the management of childhood constipation. Cochrane Database Syst Rev. 2016 Aug 17;(8):CD009118. .
  7. Koppen IJN1, Vriesman MH, Tabbers MM, Di Lorenzo C, Benninga MA. Awareness and Implementation of the 2014 ESPGHAN/NASPGHAN Guideline for ChildhoodFunctional Constipation. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2017 Oct 17. doi: 10.1097/MPG.0000000000001786. [Epub ahead of print]
  8. Koppen IJN1, Broekaert IJ, Wilschanski M, Papadopoulou A, Ribes-Koninckx C, Thapar N, Gottrand F, Orel R, Lionetti P, Benninga MA. Role of Polyethylene Glycol in the Treatment of Functional Constipation in Children. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2017 Oct;65(4):361-363.
  9. Bekkali NLH1, Hoekman DR, Liem O, Bongers MEJ, van Wijk MP, Zegers B, Pelleboer RA, Verwijs W, Koot BGP, Voropaiev M, Benninga MA. Polyethylene Glycol 3350 With Electrolytes vs Polyethylene Glycol 4000 for Constipation: A Randomized, Controlled Trial. J Pediatr Gastroenterol Nutr. 2017 Sep 12.
  10.  Rajindrajith S, Devanarayana NM, Crispus Perera BJ, Benninga MA. Childhood constipation as an emerging public health problem. World Journal of Gastroenterology. 2016;22(30):6864-6875.
  11. Boronat AC1, Ferreira-Maia AP1, Matijasevich A1, Wang YP1. Epidemiology of functional gastrointestinal disorders in children and adolescents: A systematic review. World J Gastroenterol. 2017 Jun 7;23(21):3915-3927.
Baixe o artigo em formato PDF!
Tags
Mostrar mais

Dra. Giselle Braga

Gastroenterologista Pediátrica pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Graduação em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas. Residência Médica em Pediatria – Universidade Estadual de Campinas. Título de Especialista em Pediatria (TEP) pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Residência Médica em Gastroenterologia Pediátrica no Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas. Título de Especialista na área de atuação de gastroenterologia pediátrica pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG). Título de Mestra em Ciências, na área de concentração Saúde da Criança e do Adolescente pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
Centro Clínico Reis – R. Ibrahim Nobre, 526 – Jd das Oliveiras, Campinas – SP. Telefone: (19) 3276-6444
Clínica Viver – R. Camargo Paes, 776 – Jardim Guanabara, Campinas – SP, 13073-350. Telefone: (19) 2512-6989

Artigos Relacionados

Um comentário

Deixe uma resposta