MANEJO DAS LINFADENOPATIAS LOCALIZADAS;; Localização;Diâmetro;Conduta Supraclavicular;Qualquer;•   HMG, RX de Tórax e biópsia (se nenhuma lesão de pele próxima justificar seu aumento) Axilar;?2 cm;•   HMG, VHS/PCR e RX de Tórax ;;•   Se não houver características preocupantes, observar por 2 a 3 semanas ou iniciar teste empírico com antibiótico caso o exame físico justifique (ex.: arranhadura de gato, lesão de pele) ;;•   Biópsia caso apresente características preocupantes ou não apresente resposta com a antibioticoterapia ;<2 cm;•   Se houver sinais ou sintomas de infecção que justifiquem o aumento, iniciar terapia empírica com antibiótico ;;•   Se não houver sinais de infecção próximos, observar por 2 a 3 semanas ;;•  Caso a linfadenopatia regrida, não há necessidade de avaliação adicional ;;•  Caso não regrida, solicitar HMG, VHS/PCR, Teste Tuberculínico e sorologias (tratar se for identificada causa ou encaminhar para especialista na suspeita de malignidade). Considerar terapia empírica com antibiótico conforme o exame físico ;;-    Se o HMG sugerir malignidade, indicar biópsia precoce ;;-    Se o Teste Tuberculínico for positivo, iniciar tratamento específico. Não há necessidade de avaliação adicional ;;-    Se o Teste Tuberculínico for negativo e a linfadenopatia regredir, não há necessidade de avaliação adicional ;;-    Se o Teste Tuberculínico for negativo e a linfadenopatia não regredir, complementar os exames com aqueles indicados em Exames Complementares ;;-    Biópsia após 4 semanas se a causa continuar incerta e não houver regressão no tamanho do linfonodo Inguinal;?2 cm, doloroso;•   Caso não haja presença de características preocupantes, iniciar terapia empírica com antibiótico (10-14 dias), aumentando espectro caso não haja resposta durante o tratamento ;;•   Caso a linfadenopatia regrida, não há necessidade de avaliação adicional ;;•   Caso não regrida, solicitar HMG, VHS/PCR, RX de Tórax, Teste Tuberculínico e sorologias (tratar se for identificada causa ou encaminhar para especialista na suspeita de malignidade) ;;•   Biópsia após 4 semanas se a causa continuar incerta e não houver regressão no tamanho do linfonodo ;?2 cm, indolor, com sinais ou sintomas gerais de infecção;Iniciar terapia empírica com antibiótico (10-14 dias), aumentando espectro caso não haja resposta durante o tratamento ;;•   Caso a linfadenopatia regrida, não há necessidade de avaliação adicional ;;•   Caso não regrida, solicitar HMG, VHS/PCR e RX de Tórax (tratar se for identificada causa ou encaminhar para especialista na suspeita de malignidade) ;;•   Biópsia após 4 semanas se a causa continuar incerta e não houver regressão no tamanho do linfonodo ;?2 cm, indolor, sem sinais ou sintomas gerais de infecção;Solicitar HMG, VHS/PCR, RX de Tórax e US de Abdome (tratar se for identificada causa ou encaminhar para especialista na suspeita de malignidade) ;;•   Se a avaliação inicial indicar características preocupantes, massa abdominal ou linfadenopatia abdominal, indicar biópsia precoce ;;•   Se as características acima não estiverem presentes, realizar o Teste Tuberculínico e iniciar terapia empírica com antibiótico (10-14 dias) ;;•  Se o Teste Tuberculínico for positivo, iniciar tratamento específico. Não há necessidade de avaliação adicional ;;•  Se o Teste Tuberculínico for negativo e a linfadenopatia regredir, não há necessidade de avaliação adicional ;;•  Se o Teste Tuberculínico for negativo e a linfadenopatia não regredir, complementar os exames com aqueles indicados em Exames Complementares ;;•  Biópsia após 4 semanas se a causa continuar incerta e não houver regressão no tamanho do linfonodo ;<2 cm;•   Biópsia caso apresente características preocupantes ;;•   Observação caso a criança não apresente características preocupantes, mesmo que ele não regrida de tamanho em 4 semanas Cervical;Qualquer, com causa óbvia (exemplo, faringite);Tratar a causa base. ;;Acompanhar a evolução do linfonodo em questão ao longo das semanas. Geralmente há involução do seu tamanho e raramente é necessária biópsia. ;;Exames como teste rápido para Streptococcus ß-hemolítico do grupo A e cultura de swab de orofaringe podem ser úteis, mas lembrar que: ;;•   No caso dos exames acima serem positivos para Streptococcus ß-hemolítico do grupo A, não significa necessariamente que ele seja a causa da doença em questão, uma vez que tais exames podem ser positivos devido à colonização da pele e orofaringe mesmo em pacientes saudáveis. ;;•   Culturas negativas não excluem anaeróbios, que necessitam de meios específicos para sua coleta e crescimento. Caso o paciente apresente má higiene oral, pensar nesses microrganismos como causa potencial. ;<2 cm, sem sinais ou sintomas gerais de infecção;Caso não haja presença de características preocupantes, observar por 10-14 dias ;;•   Se a linfadenopatia regredir, não há necessidade de avaliação adicional ;;•   Se não houver regressão ou aumentar, pode-se cogitar iniciar terapia empírica com antibiótico (10-14 dias) e solicitar HMG, VHS/PCR, RX de Tórax e sorologias. Pensar em Kawasaki e em outras causas incomuns, conforme indicado pela anamnese e exame físico ;;•   Biópsia após 4 semanas se a causa continuar incerta e não houver regressão no tamanho do linfonodo ;?2 cm, sem sinais ou sintomas gerais de infecção;Caso não haja presença de características preocupantes, solicitar HMG, VHS/PCR e RX de Tórax (tratar se for identificada causa ou encaminhar para especialista na suspeita de malignidade) ;;•   Se a avaliação inicial sugerir malignidade, indicar biópsia precoce ;;•   Se a avaliação inicial não sugerir malignidade e a causa permanecer incerta, realizar Teste Tuberculínico e iniciar terapia empírica com antibiótico (10-14 dias) ;;•  Se o Teste Tuberculínico for positivo, iniciar tratamento específico. Não há necessidade de avaliação adicional ;;•  Se o Teste Tuberculínico for negativo e a linfadenopatia regredir, não há necessidade de avaliação adicional ;;•  Se o Teste Tuberculínico for negativo e a linfadenopatia não regredir, complementar os exames com aqueles indicados em Exames Complementares. Pensar em Kawasaki e em outras causas incomuns, conforme indicado pela anamnese e exame físico ;;•  Biópsia após 4 semanas se a causa continuar incerta e não houver regressão no tamanho do linfonodo Epitroclear;Qualquer;•   HMG, VHS/PCR, desidrogenase láctica e sorologia para B. henselae (tratar se for identificada causa ou encaminhar para especialista na suspeita de malignidade) ;;•   Caso haja caraterísticas preocupantes, indicar biópsia precoce ;;•   Se não houver regressão do tamanho em 4 semanas, indicar biópsia (mesmo que o linfonodo seja <2 cm) Outras localizações (occipital, retroauricular, pré-auricular, submentoniana, submandibular, poplítea);•   Caso haja características preocupantes, indicar biópsia; ;•   Caso não haja características preocupantes, a causa geralmente está relacionada a afecções locais e não há, em geral, necessidade de investigação adicional inicial; ;•   Se após 4 semanas de observação o linfonodo não regredir e apresentar ?2 cm, indicar biópsia;